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terça-feira, 10 de junho de 2008
"A Caixa" Tenho um caixa onde guardo, tudo aquilo que é meu. Um disco antigo ou algo raro, o amor que alguém me prometeu. O som da sua voz (...) Também guardo ali ! Sonhos, crenças, lugares incríveis há mil milhas daqui. Versos escritos ou roubados O abraço que eu me apeguei Mentiras ditas, frases feitas, Verdades que somente eu sei. O sorriso de alguém, um dia que passou, beijos, olhos, um orgulho ferido, um jogo que acabou! Na minha caixa também guardo, do Oceano até o Céu. Um velho texto esquecido, escrito: "I don't believe in hell!" No que eu guardo eu sempre encontro, toda magia de viver. Tudo existe, olhe, olhe tudo! Um mundo próprio onde sou Deus.
postado por Rafael
| 02:19:00
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sábado, 31 de maio de 2008
Abraços

Há braços o link mais visitado o supra-sumo da conexão duas almas, duas mentes, uma situação.
Há vida Desejo, olhares. Respiração O pulso ainda pulsa. no ritmo de um só coração
Há calor Que espante o frio Que espante a solidão Permito aceitação.
Simples Nada discreto. Sublime. Apenas a conexão Por todos as formas Por todos os motivos O seu abraço.
postado por Rafael
| 16:05:00
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domingo, 25 de maio de 2008
"Silêncios"
 Silêncio! Apenas teu pensamento tem a palavra. O meu coração tem a réplica Silêncio... Silêncios? Hiatos recheados de olhares. Correspondências da desilusão. A voz da inconsciência toma o controle. Há um muro de batom entre nossos lábios. Há silêncio em nossos corações, parados. E o sangue ainda corre nas veias, por pura falta de opção. Silêncio. Mas esperança é a última que morre! (...) Eu tenho fé na força do silêncio.
postado por Rafael
| 14:33:00
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domingo, 11 de maio de 2008
"O Teatro da Inconsciência."
"O Teatro da Inconsciência." Enquanto houver outro lado haverá dúvida Enquanto houver dúvida haverá dor Enquanto houver dor haverá ausência Enquanto houver ausência haverá você Enquanto houver você haverá fé Enquanto houver fé haverá amor Enquanto... Talvez não! Talvez... Será? Porque se... Não vou... Mas se ficar.. Vá! Apenas respire. Fale É sua vez. Não sei. Devo? Mas se.. Enquanto não souber caminhar Ficarei. Tenho bússolas sulistas Mas enquanto.. Enquanto eu respirar, vou me lembrar de você.
* baseado na obra "O anjo mais velho" de O Teatro Mágico.
postado por Rafael
| 21:38:00
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
"O supra-sumo da contradição!!!"
O fanatismo indeciso ou a fanática indecisão? A viagem interior, o mapa na palma da mão. Fusos anti-horários, oeste-leste? Safari new age, disneylândia dândi, bacanal cristão A confusão difundida da indecisão. Confusa é a explicação. Diet indigestão. Contra a tradição. Honra à tradição, Há contradição!!! Overdose homeopática, calendáros eternos, anjos em queda-livre. Tara relax Safe sex Esquerda light Jagunço high-tech Fusos anti-horário Na viagem dentro de si. Basta olhar para dentro, sem acentuação. Reflexo externo, é um transe profundo. Silêncio!...alguém dormindo. Honra à tradição.
postado por Rafael
| 13:30:00
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
"Situs In Versus" O avesso nem sempre está do lado contrário quando se faz do âmago um santuário do qual é criação ... e nunca age como uma projeção.
O averso faz dele o próprio inventáro e há versos ditos em seu prontuário recita o que curou ... sem saber do modo que jurou.
Como um filho de deus, se passando por filho ateu.
Cita a fé ... aquele modelo placebo como o destino, sem um enredo senta o pé ... como destro sinistro, não há medo.
Tudo é feito adverso ... tudo escrito é controverso.
Faz da alma o seu transparente o que há ali dentro é visto à frente ... a vícera com o seu turgor intenso fora de lugar, denominado sítio inverso.
postado por eduardo
| 20:19:00
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domingo, 28 de outubro de 2007
"Versos Roubados"
Foram versos roubados Ou fusão de palavras Pólos invertidos Neurônios por violência? Foram histórias contadas Rimas repetidas Entre solidão e reticências
A Agonia da duvida Leva ao ponto final Foram vitórias inventadas Lealdade ou Justiça? Sentimento ou Preguiça
Estranheza Decadência Nada de novo Um pedido Pra chamar a atenção Se perdeu Virou história, são detalhes Cicatrizes, tatuagens Como cartas e palavras Me explica ou te retrata? Leia o medo! Linhas curvas Na palma da mão
Pouco Sono Sem Censura Revoltante Essa noite? Outro dia! Some as partes, verifique. Tire a prova, pense rápido!
100% de nada não é nada É muito pouco Não alimenta É grande o vício. É muito pouco.
Não fui eu, não foi você Nem foi a máquina de escrever Quem matou a poesia.
“....porque você não sua quando toca, Porque você não sua quando ama, Ninguém derrama sangue quando perde, Guerras de fliperama!...”
postado por Rafael
| 15:10:00
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
"No ar"
Liga, desliga. Religa. Este é o seu novo aparelho ... O instrumento.
Rádio? Amador? Difusor?
Não importa ... Nem se comporta.
AM? PM? FM?
Qual a estação ... A sua frequência.
Escuta ... Ruídos? Adventícios? Ausculta, agora sim.
Ele reconhece. É a sua própria voz. A voz da in e consciência ...
postado por eduardo
| 13:50:00
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