"Versos Roubados"
Foram versos roubados
Ou fusão de palavras
Pólos invertidos
Neurônios por violência?
Foram histórias contadas
Rimas repetidas
Entre solidão e reticências
A Agonia da duvida
Leva ao ponto final
Foram vitórias inventadas
Lealdade ou Justiça?
Sentimento ou Preguiça
Estranheza
Decadência
Nada de novo
Um pedido
Pra chamar a atenção
Se perdeu
Virou história, são detalhes
Cicatrizes, tatuagens
Como cartas e palavras
Me explica ou te retrata?
Leia o medo!
Linhas curvas
Na palma da mão
Pouco Sono
Sem Censura
Revoltante
Essa noite? Outro dia!
Some as partes, verifique.
Tire a prova, pense rápido!
100% de nada não é nada
É muito pouco
Não alimenta
É grande o vício.
É muito pouco.
Não fui eu, não foi você
Nem foi a máquina de escrever
Quem matou a poesia.
“....porque você não sua quando toca,
Porque você não sua quando ama,
Ninguém derrama sangue quando perde,
Guerras de fliperama!...”
2 Comentários:
Ei!
É a primeira vez que li um texto seu, Rafael. Digo que gostei muito, e saiba que serei leitora acídua, como já era do blog do Dudu.
Me mostre mais coisas suas depois.
Um abraço, Marina.
Uai cara... rolou esses textos, curti. Tá meio que sem ligação mas uma viagem total. Continua praticando, só não entre no romantismo de Camões!
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